Blog do Erick Gomes

Erick Gomes
Bacharelando em Direito
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23/04/2017

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Nem Lula, nem Bolsonaro: o futuro merece mais de nós


Falta mais que um ano para iniciar a campanha eleitoral. Entretanto, sabe-se o quanto os ânimos já se exaltam por todo o Brasil. Particularmente, tenho a certeza, desde já, de que o pleito presidencial de 2018 será disputadíssimo. A cada dia, o que parece óbvio e habitual já ganha nuances de perigo e de mistérios.

Será tomada, em 2018, a importante escolha de qual grupo político conduzirá políticas públicas e todas as outras incumbências do Governo Federal após este momento turbulento, que é o maior da história recente da nossa República. Teremos, entre as alternativas, duas figuras capazes de semear muitos embates: Lula e Bolsonaro.

De um lado, um ex-presidente, do partido que mais sofre de acusações – sem desmerecer o discurso de que o PT sofre perseguição. De outro lado, um eterno deputado de projetos jamais aprovados que dissemina “sangue no olho” ao defender ideias permeadas pelo conservadorismo e que dispensa o bom senso como instrumento político. Atualmente, nenhum dos dois possui aceitação suficiente para resolver um dos nossos maiores problemas: baixa credibilidade para fazer amplas reformas.

Não poderemos ter como projeto para 2018 nenhuma alternativa como essas. Será preciso muita disposição em proteger os valores do nosso Estado Democrático de Direito para colocar na cadeira da presidência alguém que seja capaz de contribuir com a resolução da crise política, e não de aprofundá-la. Nesse sentido, nem Lula, nem Bolsonaro, merecem essa confiança. Precisamos de alternativas diferentes.

13/04/2017

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A gestão participativa e a hipocrisia


Aposto! Todos que leem esse texto já ouviram falar, em seu município, pelo menos por dezenas de vezes, na importância e, não somente nela, mas também na garantia de implantação de uma gestão participativa. Promessas de que haveria mecanismos para ouvir e, possivelmente, sanar os reclamos populares. Todos já ouvimos essa balela.

Cumpre esclarecer, antes que seja tarde, que, entendo, aqui, como gestão participativa, toda aquela que envolve a participação da sociedade, das pessoas comuns, na elaboração, discussão, implementação e avaliação de ações de determinado órgão.

Estamos em um momento de crise em que a hipocrisia é tanta a ponto de que os poderosos chefões esquecer-se de fazer sequer um fingimento mínimo. Na pior das hipóteses – imaginava o eleitor – ao menos os seus votantes seriam ouvidos após iniciada a gestão. Engano dos grandes. Em plena crise econômica, os ouvidos se tapam, as ausências se alastram e, ao que parece, ganha forte sentido o ditado de que “farinha pouca, meu pirão primeiro”. Fecham-se em suas cúpulas, não ouvem os clamores e salve-se quem puder.

É justo que, em pleno aprofundamento das crises, os governantes não propiciarem a gestão participativa?

Por que a sociedade não é ouvida sobre quais prioridades devem ser elencadas para cada órgão?

Por que a hipocrisia é tanta a ponto de não evitar que, quem, hoje, toma tais atitudes, possa, amanhã, prometer aquilo que não tomou a responsabilidade em cumprir?

Até quando?
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