Blog do Erick Gomes

Erick Gomes
Bacharelando em Direito
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08/02/2017

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Brasil tem a maioria das faculdades de Direito do mundo


No Facebook, acompanho algumas atualizações do Matheus Prado, um especialista no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Uma de suas publicações chamou minha atenção, ao ser enfatizado o fato de que o Brasil tem, aproximadamente, 1.200 faculdades de Direito, enquanto todo o restante do mundo limita-se 1.100 faculdades para formação de juristas.

Sem querer discutir benefícios ou malefícios de excessos, ponho em questionamento somente a qualidade do ensino jurídico dessas tantas faculdades. Anualmente, por exemplo, são realizadas diversas edições do Exame da Ordem, através dos qual um bacharel em Direito é avaliado, em duas fases, para poder estar apto para integrar a Ordem dos Advogados do Brasil e, finalmente, estar apto a advogar, a ter capacidade postulatória, defender direitos. Os índices de reprovação nesse Exame deixam claro que existe um maior rigor necessário de ser implantado.

É preciso dar um basta na mercantilização da educação, isto é, na sua redução a mero objeto de compra, venda e lucro aos empresários. Reduzir a formação superior à concorrência do mercado de trabalho, admitindo que milhares de pessoas sonhem com uma vida profissional bem-sucedida sem oferecer o alicerce mínimo para esse sonho é, antes de tudo, uma injustiça.

Penso que trata-se de uma injustiça porque rouba o futuro, engana as expectativas e não oferece o mínimo necessário para que os objetivos possam continuar sendo buscados. Frustra, maltrata, engana e limita.

Esse tipo de injustiça não está presente somente nos cursos de Direito, mas é muito marcante numa formação cujo ideal sempre foi o da justiça, da retidão, da prudência e do equilíbrio.

Até quando?!

06/02/2017

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Lula pode vir com tudo em 2018


Poderia escrever sobre a morte de Dona Marisa, sobre os escândalos de corrupção cujo alto escalão do Partido dos Trabalhadores e de quase todos os outros partidos estão implicados. Entretanto, não seria correta uma negativa à expressão de algo que tanto tenho pensado nos últimos dias: Lula pode vir com tudo em 2018. E vir com tudo significa ser candidato, ter lugar marcado no segundo turno e, possivelmente, ser o preferido.

Diferentemente de Lula, nomes como Bolsonaro e Marina Silva podem não agregar qualquer apoio dos partidos mais tradicionais, que são os mais fortes. Ele ainda possui o apoio incondicional de pelo menos 20% dos parlamentares, além do respeito da grande maioria de políticos oportunistas que ora prefere uma aliança PMDB-PSDB “para estancar a sangria”.

Falando nessa aliança, até quando permanecerá firme?! E separados, no cenário que, hoje, prevemos para 2018, que força teria o PMDB e o PSDB?! Posso estar errado, mas é possível e provável que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenha força surpreendente para as eleições de 2018.

Deixo claro: não digo isso por ser o meu preferido, pois não é, está muito longe disso. Apenas cogito a possibilidade de que Lula tenha condições reais de cumprir com a promessa que fez na despedida à Dona Marisa, que morreu em meio ao ódio e desrespeito para com a sua pessoa.

“(...) Tenho 71 anos. Eu vou viver muito porque eu quero provar que os facínoras que levantaram leviandades contra a Marisa tenham, um dia, a humildade de pedir desculpas a ela.” Lula.