16/08/2013 | 07:30 | Cada Minuto

Ilustração Google

Empresário preso por sonegação matou concorrente

Walmer Almeida está preso sob acusação de desviar R$ 300 milhões

Chamado pela Polícia Federal de "maracujá de ouro", o empresário Walmer Almeida da Silva, preso sob acusação de desviar R$ 300 milhões, em impostos sonegados, esconde mais além do passado de pobreza e a demonstração da fortuna em carros de luxo. Ele foi preso acusado de matar, em 13 de agosto de 1994, Antônio Gonçalves Bezerra, na cidade de Vitória de Santo Antão, em Pernambuco.

Naquele ano, Walmer era fornecedor de frutas e verduras para os supermercados de Maceió - mesmo trabalho realizado por Antônio Gonçalves Bezerra. Só que Toinho ou Antônio Guarda, como era conhecido, foi escolhido para distribuir os produtos do Grupo Bompreço em Alagoas. E Walmer não gostou. Ele contratou José Humberto Paulo de Lima para que fossem trazidos três pistoleiros para Vitória do Santo Antão. Objetivo: matar o concorrente. Ele foi assassinado às 22 horas, do dia 13 de agosto de 1994, com vários disparos de arma de fogo.

Walmer negou o crime, mesmo depois de preso. Mas, os depoimentos da viúva, do cunhado e do sócio de Antônio Guarda revelaram detalhes que incluem ameaças de Walmer. E os pistoleiros contratados que passaram a andar com o comerciante após o crime.


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