Laudemiro Rodrigues

Cosmopolita Alagoano

Coronavírus

Reprodução Exame

O planeta já está em alerta em consequência do crescimento assustador da doença causada pelo coronavírus, agora rebatizada pela Organização Mundial da Saúde de “COVID-19”, o vírus por si só causador da doença agora se chama SARS-CoV-2. Essa mudança na nomenclatura é importante para desvincular o vírus e a doença de possíveis relações com locais geográficos, animais, indivíduos etc. Essa vinculação gera consequências sociais muito negativas, principalmente a xenofobia, essa que já faz parte da rotina nas redes sociais, quando comenta-se sobre a China e/ou chineses.

Já são 1700 mortos e cerca de 46 mil infectados, e contando. Além das mortes, quais as consequências que esse devastadora doença está deixando no mundo?

Em primeiro plano, nota-se uma imediata mudança na postura logística ao redor do globo. Duas das maiores companhias aéreas do mundo já travaram 100% dos voos para a China, com isso, cerca de 22 empresas não estão operando voos comerciais para o maior pais do Oriente.

Juntamente ao caos aéreo, existe também a corrida contra o tempo para a descoberta da vacina. Neste ponto existe uma grande divergência de números, enquanto laboratórios afirmam que as vacinas já estão sendo criadas, as Organizações Internacionais são mais realistas e afirmam que a população mundial só terá acesso a vacina daqui a 18 meses, boa parte desse atraso é referente aos testes em animais e em humanos, que leva tempo e burocracia.

Finalmente, o coronavírus (e sua consequência patológica COVID-19) vem preocupando economistas de todo o mundo no tocante as suas consequências. É público e notório a influência econômica da China no mundo, e paralelo a isso, a dependência de outras nações para com a economia chinesa gera uma grande instabilidade econômica, principalmente por pequenos países, ou países em desenvolvimento, já que as suas economias são baseadas em pouca diversidade material, e com o isolamento chinês, o efeito dominó acontecerá.

A boa notícia é que segundo a OMS e agências de saúde da China e do mundo, 97% dos infectados são curados, fazendo com que não ocorra um desespero sistemático nos Estados, Organizações Internacionais e massas.

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