Orcilene Maria

Excesso de peso e suas consequências

Reprodução Google

Está satisfeito com o próprio corpo é algo difícil para muitos. Então, quando se fala em quilinhos a mais, não é só visado a aparência física, mas, a saúde em si.

De acordo com Ministério da Saúde (MS), em seu último levantamento feito, mostrou que metade da população do Brasil tem o IMC (Índice de Massa Corporal) acima do considerado ideal, que está entre 18,6 e 24,9. Porém, não é necessário  ir à um profissional para saber se seu peso está adequado ou não. Pois, a maneira com a qual nos comportamos, o nosso corpo pode dá sinais de que os quilinhos a mais na balança tornou-se algo para se preocupar, além do histórico familiar e a circunferência abdominal.

Com isso, o risco de desenvolver doenças crônicas tipo: hipertensão, diabetes, entre outras, aumenta.

Quando se tem um peso bem distribuído pelo corpo, pode ser considerado menos prejudicial, do que aquele concentrado na região abdominal. É através da gordura visceral (que se concentra no abdômen), que aumenta a produção de substâncias e favorece o aumento do colesterol ruim (LDL), da pressão arterial e da taxa de glicose.

No entanto, a recomendação que faço, é que, se você acha que precisa de um auxílio para perder peso, procure um especialista. Não adianta querer combater o excesso de peso, mergulhando naquelas dietas prontas ‘milagrosas’, isso ao longo do tempo poderá ocasionar algo mais grave a sua saúde. Cada corpo é um corpo, e só um profissional pode falar o que é melhor para você.

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