Alessandro Meireles

Erros não forçados

Revista Placar
Primeiro foi Novak Djokovic. O sérvio, número 1 do ranking do tênis, disse ser contra o uso de uma vacina como forma de combate ao novo coronavírus. Depois foi a vez de Rafael Nadal, o segundo do ranking.

Durante uma live em redes sociais, afirmou não entender por que o tênis não pode ser jogado normalmente enquanto tantas pessoas no mundo estão trabalhando. É chocante que dois dos maiores ídolos do esporte e entre os maiores da história do tênis usem o enorme espaço que têm para jogar contra tudo aquilo que a ciência e a medicina estão falando neste momento delicado pelo qual passa o mundo.

É saudável a diversidade de opiniões, e isso vai desde anônimos a personalidades internacionais, como são Djokovic e Nadal. Mas é preciso, principalmente neste segundo caso, que façam reflexão antes de falar o que venha à cabeça.

Nenhum cientista ou médico pode fazer uma boa análise técnica do jogo dos tenistas. Assim como não faz sentido que um seja contra vacina, o único meio apontado para acabar com o vírus, e o outro não perceba que a paralisação do esporte é uma necessidade: são muitos os envolvidos em um jogo e está trabalhando hoje quem faz serviços essenciais ou não pode ficar em casa. É triste ver ídolos jogando contra o bom senso.

RAPIDINHAS
Coronavírus.
 A CBF, para ajudar os estudos sobre a Covid-19, pretende testar atletas de 180 clubes das quatro divisões do Campeonato Brasileiro masculino e das duas divisões da competição feminina. Segundo o ‘Globoesporte.com’, a ideia é que os resultados sejam enviados ao Ministério da Saúde.

Brasileirão.  Os clubes das Séries A e B enviaram uma carta à Rede Globo para manifestar a opinião favorável e a garantia de realizar o Campeonato Brasileiro no formato de 38 rodadas, independentemente da data do retorno das competições. A informação é do portal ‘UOL Esporte”.
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