Sono é insubstituível para a recuperação do cérebro

fonte

Redação /

Diário da Saúde

imagem

Getty Imagem

data - hora

21 de janeiro de 2021 às 10:30

fonte

Redação /

Diário da Saúde

imagem

Getty Imagem

data - hora

21 de janeiro de 2021 às 10:30

Getty Imagem
Dormir é mais do que descansar

O sono é onipresente no mundo animal e é vital para o funcionamento saudável.

Você deve saber bem disso, mas os cientistas têm atestado a importância do sono em experimentos, por exemplo, com um pouco de sono após uma atividade física melhorando o desempenho em várias tarefas, em comparação com períodos iguais de descanso acordado.

No entanto, não está claro até agora se isso é devido a um refinamento ativo das conexões neurais ou meramente devido à ausência de novas entradas sensoriais durante o sono.

Agora, pesquisadores finalmente conseguiram indícios que comprovam que dormir é mais do que simplesmente um descanso para o cérebro.

Em outras palavras, não adianta descansar, você precisa dormir para se recuperar.

“O sono é insubstituível para a recuperação do cérebro. Ele não pode ser substituído por períodos de descanso para melhorar o desempenho. O estado do cérebro durante o sono é único,” ressalta o professor Christoph Nissen, da Universidade de Freiburg (Alemanha), que fez o estudo com seus colegas da Universidade de Berna (Suíça).

Sono versus descanso

Em estudos anteriores, Nissen e sua equipe forneceram indícios que dão suporte à ideia de que o sono tem uma função dupla para o cérebro: Conexões não utilizadas são enfraquecidas e conexões relevantes são fortalecidas.

Neste estudo publicado agora, os pesquisadores realizaram um experimento de aprendizagem visual com 66 participantes.

Primeiro, todos os participantes foram treinados para distinguir certos padrões; depois, um grupo ficava acordado assistindo vídeos ou jogando tênis de mesa; o segundo grupo dormiu por uma hora, enquanto um terceiro grupo permaneceu acordado, mas em uma sala escura, sem estímulos externos e sob condições de laboratório para garantir que ninguém ia dormir, só descansar sem nenhum estímulo.

O grupo que dormiu não apenas apresentou um desempenho significativamente melhor do que o grupo que estava acordado e ativo, como também teve um desempenho significativamente melhor do que o grupo que estava acordado, mas privado de qualquer estímulo externo.

A melhora no desempenho foi associada à atividade típica do sono profundo do cérebro, que tem uma função importante para a conectividade das células nervosas.

“Isso mostra que é o próprio sono que faz a diferença,” disse o professor Dieter Riemann, coautor do trabalho.

error: Conteúdo protegido. Você pode solicitar atraves do Whatsapp 82.9311-2225
banner_otica_diniz