Cooperativa Pindorama vai moer um milhão de toneladas de cana na safra 20/21

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Redação /

Jornal da Cana

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Reprodução

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20 de agosto de 2020 às 6:20

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Usina é a primeira a iniciar a moagem em Alagoas   

A Cooperativa Pindorama, localizada em Coruripe, iniciou a safra 20/21 nesta terça-feira (18), com a celebração de uma missa, com a presença de diretores, cooperados e colaboradores da empresa, que seguiram todos os protocolos sanitário de prevenção e combate a Covid 19.

“É mais um dia de glória. Demos início a nossa safra com a meta de ultrapassar a marca de um milhão de toneladas de cana beneficiadas. Somos a primeira usina de Alagoas, nesta safra, a moer. Iniciamos com a expectativa de uma safra melhor, tanto na questão da produção, quanto nas perspectivas de preço do açúcar e do etanol. Isso nos anima muito, apontando que teremos resultados finais melhores”, afirmou o presidente da cooperativa, Klécio Santos.

Santos informou que a cooperativa promoveu diversos reparos na usina, investindo em automação e em áreas estratégicas de extração e de vapor.

“Com isso, fizemos alterações e modernizações na estrutura e na conservação do nosso parque industrial. Hoje, a usina está toda pavimentada. Na entressafra, foram feitos mais de 17 km de calçamento. Isso oferta uma condição melhor de trabalho e uma segurança sanitária muito maior aos nossos produtos, além de uma maior conservação do nosso parque industrial”, destacou.

Entrando em operação na safra 81/82, a unidade industrial de Pindorama, que esmagava apenas 120 toneladas de cana/hora, atualmente, ultrapassa 270 toneladas/hora.

“Antes, só produzíamos álcool hidratado e hoje produzimos também o álcool anidro, açúcar cristal, açúcar demerara e agora temos também a secagem de levedura e de mel. Então, são vários negócios dentro dessa cadeia do açúcar que fazem aumentar bastante a nossa agregação de valor, obtendo resultados melhores para a nossa cooperativa. Tudo isso é resultado de um trabalho coletivo e união de todos”, declarou o presidente da cooperativa.

Segundo o executivo, a usina da cooperativa, que no passado já ocupou a penúltima colocação no ranking de produção entre as unidades industriais do setor sucroenergético do Estado, “hoje ocupa o sexto ou sétimo lugar entre as 15 usinas que conseguiram sobreviver à crise que atingiu o setor. Este trabalho é fruto de muita luta, dedicação e capacidade de superação. Ninguém é forte sozinho”, finalizou.

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