Donos de granjas são alvos de mega operação em Alagoas e PE

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Redação /

AlagoasWeb

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BPRv

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08 de abril de 2021 às 5:41

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Uma mega operação foi deflagra, nas primeiras horas desta quinta-feira (08), para desarticular três organizações criminosas (independentes), com estruturas ordenadas caracterizadas pela divisão de tarefas, responsáveis pela venda, aquisição e distribuição de aves com teórica sonegação de tributos, com atuação em municípios de Alagoas e Pernambuco.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/AL) coordena a operação, que conta com a participação da Polícia Civil e Militar e tem como objetivo, prender criminosos que atuavam nas cidades de Arapiraca, Palmeira dos Índios, Ibateguara, São José da Tapera e Penedo, em Alagoas, e nas cidades de Garanhuns e Correntes, em Pernambuco.

Estão sendo cumpridos 14 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão, expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital.

A operação é fruto de um trabalho investigativo da Divisão Especial de Investigações e Capturas (DEIC), realizada de forma integrada com o Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv).

As organizações criminosas são responsáveis, em tese, pela prática de condutas graves, tais como a aquisição, comercialização e distribuição de aves (frangos) em transportes irregulares, com ausência do cumprimento de requisitos sanitários (impróprias para consumo), sonegação fiscal, corrupção ativa e passiva, falsificação de documentos, além comercialização de armas de fogo.

Em uma residência na cidade de Arapiraca, a polícia apreendeu R$ 100 mil, em dinheiro.

A operação ganhou o nome de ‘Pirâmide Feudal’, porque a estrutura das ORCRIMS comparava – se a de uma Pirâmide, sendo os donos das granjas igualados aos reis, que enriqueciam através da sonegação fiscal, adulteração de documentos e venda de frangos inapropriados para consumo mediante corrupção de agente público.

De acordo com a polícia, os alvos da ação faziam com que suas compras chegassem em suas avícolas sem maiores problemas, sobretudo com as fiscalizações, fazendo com que a ORCRIM funcionasse sonegando impostos, corrompendo pessoas, e sobretudo burlando as fiscalizações. Os envolvidos na parte de transporte, segurança, escolta e os informantes, cooperavam para que a mercadoria chegasse a seu destino final.

O efetivo participante

Participam da ação integrada foram empregados o BPRv, o Grupamento Aéreo e a DEIC. Até o momento cinco pessoas foram presas. Todos os indivíduos e materiais apreendidos foram encaminhados para a sede da DEIC, em Maceió, onde serão realizados os procedimentos.

Operação continua em andamento.

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